
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Pedaços de cetim

sexta-feira, 15 de julho de 2011
Meu bem

segunda-feira, 4 de julho de 2011
Limitado a saudade
Ninguém acredita, na verdade eu não sei mais como definir. Distante não sinto nada, não há nada, até perto de vez em quando o nada acontece, mas o que me deixa em dúvida, confuso comigo mesmo é aquela saudade repentina, que vem não de tal forma, e quando isso me ocorre eu preciso de uma forma desesperada ir em direção a você, só que em pensamento. Me perco sempre, chego a pensar que você não existe e quando eu caio na real você não existe mesmo. Procuro pelo passado, pelo que foi e não nunca mais vai ser. Eu sempre soube que você mudaria, não queria que fosse tanto, mas não é o que eu quero, o que os outros querem, é o que você quer e isso foi uma coisa que sempre admirei em você. Seus olhos foram os que mais mudaram. Antes eu diria que eram as coisas mais lindas que eu já tinha visto, neles eu enxergava algo bom, algo tão perfeito quanto à lua, agora aos poucos foram ficando normais, apagados. O que me prende a você é o meu medo, eu sinto muito medo, sabia? Eu temo que seja único, que eu não sinta nunca mais algo tão forte quanto senti por você. Fecho todas as portas, fujo desesperadamente até você, pra não me deixar levar, não me permito a sentir algo limitado. Eu tento, tento, tento sempre e paro de tentar quando percebo não ser com a mesma intensidade, e podem dizer o que quiser, que o amor nunca é igual, que temos que aceitar as mudanças, mas então me digam como substituir a lua por uma estrela? E não que eu acho que você seja melhor, e não é. Só que não tem como fechar um espaço grande com paixões ou amores pequenos, sobra entende? E nessas sobras, nesses vazios surge a saudade que me prende a você para sempre ou até o vazio não existir e dar espaço ao completo. Mas por enquanto, só por agora te amo, te amo, te amo.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Com todo meu amor, tudo que foi sobre você.
Eu fui perdendo jeito, o tempo foi passando, fui esquecendo de mim e lembrando cada vez mais de você. Engraçado deveria ser ao contrário, não é? Você cresceu de uma forma tão grande aqui dentro, e não adianta dizer que não. Eu quero sim, eu preciso sim o não, não é pra mim, seria tão oposto. Tudo aqui ainda é seu, sei que você deve estar pensando que nunca quis nada, e não espero que queira, eu também não quero muita coisa, na verdade eu não escrevo pensando em pedir nada, eu nem sequer penso que você vai ler. Escrevo porque é uma forma de ficar bem, de tirar tudo isso daqui. Eu te prometo que será a última vez, está na hora de acabar, será o último desabafo. Eu escolhi esse nome porque era justamente sobre mim, sobre mim em relação a você. Eu queria gritar, mas não podia, me sentia cada vez mais perturbado por não ter você ao meu lado, quando eu mais precisava sentir você, ter você, respirar você, foi essa a única maneira que eu encontrei pra escapar. E não escapei, só deixei essa loucura de lado, fui mascarando todo meu amor, tornando ele eterno em palavras e permanente em solidão. Com todo meu amor, por tudo sobre você, eu te digo que foi eterno enquanto foi seu, mas será inteiro quando nada for.